quarta-feira, 4 de junho de 2008

Já não sou mais quem eu fui.

Maravilhoso é nosso caminhar sobre este planeta chamado TERRA!Tenho ficado pasma com alguns eventos em que a vida vem me apresentando.Tempos atrás postei um texto sobre a SINCRONICIDADE,de um psicologo fantástico que gosto muito "Jung".
Quem nunca se surpreendeu com as misteriosas coincidências que acabaram mudando o rumo de sua vida?O que estaria por trás dessas insistentes repetições? As respostas para explicar a sincronicidade são tão fascinantes quanto as perguntas...
Quando a sincronicidade acontece, é sempre uma surpresa. Como aquela inacreditável seqüência pode se desencadear diante dos nossos olhos, sem nenhuma explicação? O que ela significa? Porque acontece? Que mecanismos ocultos acionariam esse processo?Cada vez mais pessoas estão se conscientizando da importância da sincronicidade e já pautam suas vidas pelas indicações encobertas pelas coincidências. Isso é possível quando estamos sincronizados com a ordem celeste _ enfim, quando nossos passos desenham a vontade de Deus. A sincronicidade é a linguagem do divino para orientar nossa vida. E o divino atua tanto dentro quanto fora de nós.Precisamos cada vez mais nos tornar sensíveis para perceber a sincronicidade pontuando o nosso destino.
A sincronicidade abre um caminho para você escutar a si mesmo e ativa sua intuição.
O resto é com você.
Às vezes precisamos de muita coragem para abandonar estruturas que construímos durante a vida e seguir os sinais que nos indicam novos caminhos. A repetição é um dos mecanismos básicos da nossa psique. As coisas se repetem, se repetem _em sonhos, símbolos ou acontecimentos_ até que finalmente, a nossa compreensão sobre algo é despertada. Quando temos um problema, ele volta inúmeras vezes a nossos pensamentos, como se fosse um disco arranhado. Mas quando finalmente compreendemos o que temos de compreender, cessa a repetição. Revela-se aquilo que estava sendo expresso por símbolos, entendemos a situação e integramos seu conteúdo.Para compreender esse sentido, talvez seja preciso um árduo trabalho: pesquisar os significados dos símbolos, prestar atenção quando eles ocorrem, refletir a respeito. Mas a compreensão também pode surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de insight. Jung afirmava que temos quatro funções básicas: razão, emoção, sensação e intuição. No nosso ser, geralmente uma delas é predominante. Mas quando trabalhamos internamente na direção do equilíbrio, uma nova função é acrescentada: a sincronicidade.

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